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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Confronto: Naruto Shippuden Ultimate Ninja Storm 4

Ultimate Ninja Storm é a conclusão da saga de Naruto e está repleta de conteúdo. Mais de 100 personagens, melhorias como lutas tag-team, dano nas armas/roupas e corrida pelas paredes além de vários modos de jogo. É um pacote compreensivo mas a situação impressiona menos a nível técnico. Com novas consolas, era esperado mais do CyberConnect 2.
Temos 30fps sólidos mas os problemas na performance distraem. Existe a sensação que temos uma jogada pelo seguro em relação aos anteriores, ao invés de pleno proveito da PS4 e Xbox One.
Ambas as consolas correm a 1080p, combinada com texturas nítidas e um alto nível de filtro anisotrópico, permitem que arte esteja nítida mesmo ao longe e em ângulo oblíquos. Juntamente com muitas transparências alpha nos ataques mágicos, um campo de profundidade e uma rude implementação motion blur com mistura de fotogramas, adicionam um tom cinematográfico aos acontecimentos e melhoram a intensidade das cenas rápidas. O uso de anti-aliasing pós-processamento também resultam num aspecto mais limpo nos personagens e cenários, com apenas alguns jaggies em torno de imagens sub-pixel e arestas cel-shaded.
A qualidade de imagem é sólida e tira o máximo dos bens, enquanto as texturas desenhadas à mão dão ao jogo uma distinta sensação animada fiel ao material original. Juntamente com 1080p, as rústicas aldeias Japonesas e lutadores coloridos destacam-se muito mais do que na anterior geração e a experiência visual é muito idêntica nas duas consolas - até no PC. A qualidade das sombras é a única diferença, parecem mais escuros e mais definidos nos personagens e objectos dinâmicos na PS4, apesar de nem sempre ser visível.


A versão PC é uma conversão directa do código de consolas, sem tangíveis melhorias gráficas. As opções AA estão limitadas a FXAA ou sem AA, enquanto o motion blur e brilho são opções. Em high, a qualidade das sombras é quase igual à da PS4, apesar de termos artefactos de mistura no ambiente, não presentes nas consolas. Baixar para medium não faz muita diferença, sugerindo que o efeito tem problemas.
Ao passar para as novas consolas, o CC2 ganhou mais espaço para brincar em termos de rácios de fotogramas e resolução maiores. No entanto, parece que o estúdio não quis ir mais longe: a resolução e efeitos estão acima da anterior geração mas os rácios de fotogramas estão bloqueados a 30fps, tal como nos jogos Naruto da PS3 e Xbox 360.
Isto significa que as rápidas e furiosas batalhas não têm a fluidez de jogos como Street Fighter ou Tekken. Movimento dramático da câmara e constantes mudanças na posição dos personagens no plano 3D, realçam a trepidação nas duas consolas, e os controlos não são tão firmes como desejado.
Claro que não surpreende os fãs da série, os 30fps são padrão desde o original na GameCube. O sistema simples de combate e timings relaxados permitem um gameplay relaxado, apesar da latência e movimento beneficiarem imenso se tivessem uma actualização a 60fps. Tendo em conta o quão baixo é o rácio de fotogramas, surpreende ver problemas na performance. Em cenas pesadas em alpha ambas as consolas são duramente afectadas, em espaços curtos de tempo, causando abrandamento temporário quando executam um ataque mágico. Tira o brilho às espectaculares batalhas que separam os jogos Naruto dos tradicionais fighting games.
Pelo outro lado, a performance é mais sólida no modo Adventure na PS4. Aqui explorámos locais, aceitamos missões e combatemos inimigos após o final da história - boa distracção dos combates. Os problemas no ritmo de fotogramas continuam na PS4 mas as quedas na performance são menos frequentes na Xbox One, o movimento não é tão lento ao percorrer áreas com mais pessoas. O gameplay é mais suave e explorar os ambientes é mais satisfatório. Comparativamente, temos quedas abaixo de 25fps na consola Microsoft, afectando estes momentos mais calmos.
Fora das cenas exigentes, a performance é estável mas também com problemas. Ambas as consolas chegam a 30fps mas a experiência é ligeiramente mais suave na Xbox One devido a um bloqueio mais consistente nos 30fps. A consistência é o problema na PS4: o ritmo de fotogramas está errado, os tempos de fotogramas saltam entre 16.67ms, 33.33ms e 50ms durante as batalhas, Isto causa trepidação perceptível nos movimentos da câmara e a breve sensação que pressionar os botões e analógicos não está como deveria. A performance é afectada por pouco tempo mas reforça a sensação que o CC2 não entrega uma experiência que satisfaça os fãs mais sérios.
A versão PC - tal como nos jogos anteriores - está bloqueada a 30fps, com v-sync desactivada, significando tearing constante - podem activar a v-sync no painel de controlo da gráfica. A falta de capacidade de conversão é espantosa: não podes contornar o limite a 30fps e estás limitado a 720p ou 1080p. Mesmo com esta inacreditável falta de opções, permanece a sensação que os requisitos são exagerados. Apesar do limite a 30fps, uma GTX 750 Ti com overclock não aguenta 1080p30 consistentes - tivemos que usar uma GTX 950.

For Honor é um jogo pensado para os jogadores hardcore Ubisoft não espera bater recordes de vendas.

A Ubisoft revelou mais alguns detalhes de For Honor, um dos jogos mais esperados pelo público, sobretudo após alguns dos seus trailers impressionantes.
De qualquer forma, a companhia francesa acredita que For Honor não competirá a nível de vendas com os outros jogos da companhia, como Watch Dogs ou Far Cry. De facto, Alan Martinez, CFO da Ubisoft, contou que, "For Honor será um jogo destinado aos jogadores hardcore, ao contrário dos nossos jogos focados para o mercado de massas como Assassin's Creed, Far Cry, ou Watch Dogs."
Estas declarações vão ao encontra das de Stephane Cardin, produtor do jogo, que disse há umas semanas que o jogo contará com um modo campanha em vez de se focar apenas no modo online.
For Honor é um jogo de acção medieval onde teremos que enfrentar outros jogadores em batalhas de vários tipos, misturando um sistema de combate com armas corpo-a-corpo muito diferente do que vem sendo habitual e com alguns toques de estratégia. Para além da campanha a solo, também poderemos jogar partidas multijogador contra a inteligência artificial.




Próximos filmes de Transformers têm datas definidas O próximo estreia em Junho de 2017.

Os próximos filmes de Transformers têm data marcada.
Tal como previamente anunciado, estão aprovados mais três filmes dos robôs que se transformam em veículos. O próximo, Transformers 5, estreará a 23 de Junho de 2017. A 8 de Junho de 2018 será a vez de Transformers 6. Depois, em 28 de Junho de 2019, chegará aos cinemas Transformers 7.
O realizador de Transformers 5 será novamente Michael Bay, contudo, não tem intenções de continuar a exercer o mesmo papel nos dois filmes seguintes. Mark Wahlberg, que apareceu pela primeira vez em Transformers: Age of Extinction, vai voltar aparecer no quinto filme.
Na história do quinto filme, Optimus Prime está desaparecido, estando à procura no universo por Unicron, o seu criador. Entretanto, Unicron está a traçar um plano para destruir a Terra e os Autobots terão que salvar mais uma vez o planeta.
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FIFA 17 poderá incluir um modo história Oferta de trabalho da EA aponta para isso.

Ao que tudo indica FIFA 17 poderá incluir um modo história um pouco ao estilo dos jogos da série Fight Night.
Isto porque a Electronic Arts está à procura de um designer de cinemáticas com "um passado em filmes e animação, e que tenha olho para contar histórias de qualidade, que deve ter o cuidado de fazer algumas cenas "intensas, triunfais e chocantes".
Um modo história em FIFA 17 seria sem duvida uma agradável surpresa e até poderia oferecer uma nova dimensão ao jogo da EA Sports.
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Fãs da Xbox chateados por Quantum Break chegar ao PC

Houve quem não tenha ficado contente quando Quantum Break foi anunciado para PC.
Pouco depois da confirmação da Microsoft, Phil Spencer, o chefe da divisão Xbox, teve que lidar com alguns fãs chateados no Twitter. Um deles disse que cancelou a reserva da versão Xbox One, acusando Spencer de não ter sido frontal na chegada de Quantum Break ao PC.
De facto, até ontem muitos julgavam que o jogo da Remedy seria um exclusivo da Xbox One, pelo menos nos primeiros meses. Dado que o jogo era referido como um dos grandes exclusivos da Xbox One para este ano, houve quem tivesse comprado a consola para o jogar e agora essas pessoas sentem-se enganadas pela Microsoft.
Em resposta, Phil Spencer disse que "já disse mais do que uma vez, estamos focados em criar o melhor sítio para jogar, não queremos criar barreiras". No entanto, um fã irritando disse que "vocês estão a punir quem tem uma Xbox. Nós pagámos para jogar online, e quem joga no PC não paga. E agora recebemos os mesmos jogos. Não é justo."
Qual é a vossa posição nesta discussão? Acham que a Microsoft devia ter dito mais cedo que Quantum Break seria lançado para PC?




 

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